Previdência privada é seguro?

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Na hora de investir em uma previdência privada, geralmente aparecem algumas perguntas como: previdência privada é seguro? Quais são os riscos desse tipo de investimento e como reduzi-los? Esses são fatores básicos que você precisa entender antes de investir.

De um modo geral, previdência privada é seguro. No entanto, como acontece com qualquer investimento, decisões e planejamento inadequados podem prejudicar a rentabilidade. Para te ajudar a entender que a previdência privada é um investimento seguro, preparamos esse guia. Confira!

Previdência Privada é seguro?

A previdência privada pode ser vista como um investimento seguro, mas isso não significa que os cuidados possam ser esquecidos. Primeiro, você precisa entender como funciona a modalidade.

A previdência privada é um fundo de investimento utilizado como plano de aposentadoria, fornecido por instituições financeiras não vinculadas ao INSS.

Este é um investimento de longo prazo, você doa mensalmente ou de uma só vez, e então deixa o dinheiro render por anos ou mesmo décadas. No futuro, você pode resgatar o valor do investimento a cada mês ou em uma única vez, mais o rendimento durante esse período.

O risco de investimento dos planos de previdência privada é relativamente baixo. Mas existe sim a possibilidade de insegurança dos investimentos – essa variável está diretamente relacionada às escolhas dos gestores e das instituições financeiras.

A previdência privada nada mais é do que um fundo de investimento de longo prazo. Portanto, seus fundos são administrados de acordo com as habilidades e talentos do gestor, que pode investir em ativos bons ou ruins e fornecer retornos maiores ou menores do que o mercado.
Além disso, existe uma instituição financeira responsável pela custódia dos fundos, que também deve ser confiável.

Riscos da previdência privada

Para entender melhor se as previdências privadas são seguras, veja os principais riscos envolvidos nesses tipos de investimentos:

Má escolha de gestores

O principal risco da previdência privada é a escolha inadequada da gestão do fundo. A rentabilidade do seu investimento está relacionada à uma boa gestão. Portanto, antes de investir, é importante ter uma boa avaliação de quem vai administrar seus recursos.

Mau planejamento para o seu investimento

O planejamento deficiente (ou falta de planejamento) é outro erro que aumenta o risco do investimento.
A previdência privada é para longo prazo: a lucratividade e a tributação costumam ser mais favoráveis, de forma geral, a partir de 10 anos do investimento.
Portanto, o risco de resgate antecipado do capital é maior, pois pode prejudicar os retornos.
Dessa forma, antes de investir, defina um limite de tempo apropriado para sacar os fundos e seja fiel ao seu plano.

Alto custo

Além do dinheiro investido, é necessário também pagar taxas às instituições financeiras, pois é assim que elas ganham com a prestação de serviços.

Como escolher uma previdência privada segura

1. Compare as taxas fornecidas pelo mercado

Primeiro, mapeie as instituições financeiras que oferecem previdência privada.
A dica aqui é comparar as taxas cobradas por cada uma, para encontrar a melhor oferta e garantir o maior retorno do seu investimento.

2. Avalie a credibilidade da instituição

Antes de assinar o contrato, não se esqueça de analisar a credibilidade da instituição, para ver se ela é confiável e se presta serviços de gestão qualificados.

3. Verifique se é acompanhado pela Susep

Ao contrário das aplicações financeiras amparadas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), onde em caso de falência de instituições financeiras, o valor do seguro por CPF chega a R$ 250.000, o patrimônio dos fundos de previdência privada não é protegido pelo FGC, em casos de problemas com a seguradora.

No entanto, a Susep monitora a situação financeira das instituições financeiras e, uma vez descobertos problemas, elas podem ser forçadas a propor um plano de recuperação.

Normalmente, se o problema não for resolvido e a seguradora tiver que encerrar as operações, o que costuma acontecer é vender a carteira de clientes para outras instituições financeiras. Em outras palavras, neste caso, o patrimônio dos cotistas não está incluído na lista de credores da seguradora e é preservado.

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