Revista garante que pandemia de Covid-19, impulsionou o mercado de seguros residenciais,

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Devido ao isolamento social, algumas atividades como trabalhar e estudar podiam ser feitas em casa, por isso a segurança desses locais passou a ser uma grande preocupação.

À medida que mudou a relação das pessoas com suas casas, o mercado de seguros residenciais começou a crescer.

Segundo estudo do instituto de pesquisas Offerwise, a pedido da plataforma imobiliária Quinto Andar, 73% dos brasileiros passaram a ver sua casa de forma diferente durante a pandemia.

Como a realidade mudou e o local de trabalho foi finalmente integrado à vida privada ganhou a importância de proteger a propriedade e suas funções em importância.

Dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) mostram que o seguro residencial cresceu quase 4% no último ano em relação ao ano anterior, e os especialistas acreditam que essa é uma tendência que vai continuar.

O aposentado José Bonifácio, de 72 anos, foi um dos contratantes do ministério.

Porém, o aposentado não recebeu 100% do benefício e foi prejudicado. Em 2021, assinou um seguro residencial para uma casa na cidade de São João dos Patos, que fica no Maranhão. Tive que trocar tomadas, receptores e também lâmpadas, que custaram R $ 270, disse.

Fui até a agência da Caixa Econômica Federal no próprio município, mas o gerente não quis me me atender por motivos desconhecidos. Mesmo assim, eu enviei um e-mail para o gerente da Caixa Econômica Federal que ainda não respondeu.

Chegando em Brasília, entrei em contato com a seguradora Caixa Econômica e contei toda a história.

Os servidores solicitaram a declaração dos factos, e também um recibo assinado pelo prestador dos serviços e os meus dados bancários para análise do sector competente para efeitos de reembolso.

Tudo isso foi feito. José diz que apesar de todos os acontecimentos, avisaram que não tinha direito a indemnização por não ter solicitado os serviços antes da execução.

Em seguida, relatou que havia contatado o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) e a ouvidoria da empresa, mas nunca obteve resposta ou indenização.

O seguro é o contrato pelo qual a seguradora garante ao segurado proteção contra eventuais danos decorrentes de um determinado evento ou risco. A moradia é opcional (Não obrigatório) e destinada a imóveis residenciais (casas e apartamentos).

O consumidor tem direito a contratar um seguro predial / residencial, a chamada cobertura básica ou principal, que substitui os danos causados ​​por incêndio, raio e/ou explosão.

A cobertura do seguro se estende às consequências desses eventos, tais como: colapso, recuperação, entulho de construção, etc.

Além da cobertura básica, as seguradoras também podem oferecer diversas coberturas adicionais. Por exemplo: danos materiais (curto-circuito em sistemas elétricos, tempestade, assalto à mão armada, etc.); Danos a terceiros (desencadeados apenas em caso de acidente), incluindo.

De acordo com o Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-DF), foram realizadas três consultas em 2019 e 10 consultas em 2020 sobre o tema. Seis ligações foram gravadas de janeiro até a presente data. As maiores reclamações referem-se a cobranças indevidas, descumprimento de contrato, rescisão de contrato e SAC.

Legislação

Segundo Isabelli Carvalho, especialista em direito do consumidor, se o consumidor for prejudicado pela falta de informação ou não prestação do serviço, ele deve entrar em contato com a seguradora para que possa cumprir suas obrigações e solucionar o problema . “É importante lembrar que o consumidor deve, sempre que possível, guardar todos os documentos, todas as comunicações com a seguradora, seja por e-mail, WhatsApp ou telefone, informando o nome do supervisor e o tempo para se proteger”, enfatiza.

O advogado Felipe Borba comenta as providências usuais se for comprovada a ocorrência de dano ao segurado. ~

Nos casos em que o consumidor constate que seu direito foi violado pela seguradora, ele pode entrar com o pedido de indenização na Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), órgão responsável pelo acompanhamento do mercado segurador no Brasil.

Ele também pode entrar com uma ação no Procon ou até mesmo recorrer ao Judiciário. É sempre importante contratar um advogado experiente na área em que os consumidores confiam para ajudá-los a fazer valer seus direitos, explica.

Ambos os especialistas explicaram que a celebração de um seguro de recheio habitualmente se faz através da proposta de seguro e posteriormente com a emissão da apólice, à qual estão anexadas as condições gerais do seguro. Ele contém cláusulas contratuais.

É importante que o consumidor leia atentamente a oferta e as condições gerais do seguro no momento da celebração do contrato para verificar se os valores do prêmio, importância segurada, coberturas contratuais e exclusões são sendo usado pelo corretor comunicado imediatamente. De acordo com o Artigo 6 (III) do Código do Consumidor, existe o direito à informação adequada e clara sobre os diversos produtos e serviços. Em caso de dano ao consumidor por falta de informação, ele pode, portanto, entrar em contato com a Justiça para fazer valer o direito violado.

 

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